Depoimento de um podólatra

O auxiliar administrativo Daniel Gomes, 23, de Piracicaba, interior de São Paulo, afirma ser apaixonado por pés femininos desde criança. “Minha paixão começou na infância, mas aflorou, mesmo, como fetiche sexual, na adolescência.

O impulso inicial, explica, aconteceu quando ele tinha entre sete e oito anos de idade. “Uma amiga da minha mãe estava em casa e eu fiquei brincando com os pés dela, isso me marcou profundamente, a ponto de me lembrar até hoje daquele momento. A partir disso, quando via os pés das atrizes nas novelas, ficava hipnotizado.

Já adolescente, ele entendeu melhor o fetiche. “Eu assistia pornografia só para procurar cenas que mostrassem o ator chupando os pés das atrizes, elas com as solas à mostra ou usando sapatos bem bonitos e atraentes.

Daniel não fala abertamente sobre a podolatria com qualquer pessoa, pois teme ser mal compreendido. “Sou tímido e não é todo mundo que aceita esse fetiche. Acho que poderia sofrer algum tipo de bullying ou de chacota. Então, decidi criar um grupo fechado no Facebook sobre o assunto.”

A ideia, explica, é reunir outras pessoas que tenham o mesmo desejo e compartilhar imagens de pés femininos e sapatos. “Muitas mulheres postam fotos de seus próprios pés em busca de elogios. Para mim, essas imagens funcionam como nudez, só de ver fico doido.

FONTE: UOL

Depoimento de um podólatra

Solteiro, o técnico em segurança do trabalho Adailton Guedes Santos, 25, de Montes Claros (MG), também percebeu na infância sua atração por pés de mulheres. “Sempre admirava os pés das minhas tias, primas, procurava tocar, encostá-los sobre meu corpo. Mas só descobri que isso se chamava podolatria depois que pude ter acesso à internet. A partir daí, fui pesquisando mais, entrei em grupos das redes sociais, conheci adeptos e fui me aprofundando sobre o assunto.”